O inverno ta quase acabando, mas vale a pena mostrar uma das animações mais bonitas que fizemos (eu, Marcos, Alexandre, Paulo, Fabinho e Seninha) pra série Belém Tem Disso, exibida diariamente na Tv Cultura do Pará.

O inverno ta quase acabando, mas vale a pena mostrar uma das animações mais bonitas que fizemos (eu, Marcos, Alexandre, Paulo, Fabinho e Seninha) pra série Belém Tem Disso, exibida diariamente na Tv Cultura do Pará.


Neste domingo preguiçoso, um desenho do Hangar – Centro de Convenções da Amazônia, um dos lugares mais badalados de Belém, publicado na coluna Belém Tem Disso em O Liberal.


Lancei uma série de 3 posters com meus desenhos, impressos em papel couché, no formato A3 (29,7cmX42cm), em policromia. Cada poster custa 12 reais (mais despesas de entrega) e pode ser adquirido mandando um email: belemtemdisso@uol.com.br – ou ligando pra 88174103/32292803.


A falta de educação da população e a falta de disposição do poder público de educar esta população, além do costumeiro descaso, faz com que por mais absurdo que possa parecer, esta seja uma cena muito comum em Belém.
O estúpido ato de jogar lixo na rua e nas valas e canais que existem aos montes na cidade ajuda a aumentar as doenças causadas pelo acúmulo do lixo e os alagamentos que infernizam a cidade principalmente no inverno.


Estive no produtora de vídeo Premier Produções para gravar uma entrevista sobre o meu trabalho de ilustrador e sobre as séries Belém Tem Disso e Contos da Amazônia, exibidas na Tv Cultura do Pará.
A entrevista era para o Claquete Amazônia, programa sobre produções culturais locais, que começa a ser exibido agora em abril na TV Nazaré.




Os dois desenhos acima retratam a brincadeira do quebra-pote, que faz
parte da tradicional Festa do Judas, que existe há décadas no bairro
da Cremação. O primeiro desenho, no alto, foi publicado hoje em
O Liberal, na minha coluna Belém Tem Disso.


Este é o 243º desenho publicado na coluna Belém Tem Disso,
em O Liberal. Uma cena do Mangal das Garças, tendo em destaque a escultura Vitória, da artista gaúcha Sonia Ebling.

O Liberal publicou no sábado, 04 de abril, uma reportagem sobre os 5 anos da coluna Belém Tem Disso, que publico semanalmente aos domingos no jornal. Abaixo, o texto escrito pelo jornalista Eduardo Rocha.
“BELÉM TEM DISSO” COMPLETA 5 ANOS
Eduardo Rocha
da Redação
Os belenenses têm tido um motivo a mais para ler O LIBERAL aos domingos, nos últimos cinco anos: as cenas cotidianas da cidade ganharam registro especial, nas páginas do jornal, graças à sensibilidade e perspicácia do artista gráfico carioca Sérgio Bastos, que as tem reunido na coluna ‘Belém tem disso’. E hoje, em pleno sábado, a coluna completa meia década de existência: foi lançada a partir de 4 de abril de 2004, revelando aspectos da vida belenense repletos de criatividade, bom-humor, beleza e referências históricas, tudo em traços coloridos e sugestivos.
‘A coluna ‘Belém tem disso’ surgiu depois que eu ilustrei uma campanha publicitária cujo tema era o Pará. Depois que a campanha acabou, resolvi continuar mostrando coisas do nosso dia-a-dia e propus a O LIBERAL a criação da coluna’, relata Sérgio. Ele informa que até agora foram publicados 242 desenhos. ‘Neste ano de 2009, eu publiquei doze desenhos e resolvi fazer algumas experiências visuais, com poucas cores, com fundo meio envelhecido e com o mínimo de elementos. Experimentei também trabalhar com papel com fundo já colorido e, claro, também para não fugir à regra, publiquei alguns desenhos com muita cor’.
Os desenhos de Sérgio Bastos retratam fatos que ocorrem nas ruas, praças e pontos turísticos da cidade, sempre com muita gente reunida, entre crianças e adultos. Algumas cenas são recorrentes no trabalho do artista visual, como vendedores ambulantes de frutas, lanches, brinquedos e outros objetos; casais de namorados em bicicleta; gente pegando manga na rua; crianças brincando nas praças; monumentos históricos; cenas do cotidiano mostrando coisas erradas que a população faz (como atravessar a rua no meio do trânsito tendo uma passarela ao lado, ônibus deixando o idoso na mão, o cadeirante que não consegue subir a calçada bloqueada por carros e por aí vai). Uma das cenas peculiares de Belém, também registrada pelo artista, é a fila indiana de cidadãos atrás de uma poste de iluminação pública perto de uma parada de ônibus, protegendo-se do sol forte e aguardando um bom tempo pela chegada de um coletivo.
Mas como a vida na metrópole nunca deixa de ser dinâmica, Sérgio está sempre anexando cenas novas à série de desenhos retratando a convivência dos belenenses nos espaços da cidade. O cenário das cenas são pontos muito frequentados pelos habitantes dos bairros e, também, os turistas, como o Ver-o-Peso, o Bosque Rodrigues Alves, o Museu Emílio Goeldi, o Forte do Presépio, o Mangal das Garças, a Estação das Docas, as igrejas seculares de Belém e as praças da ‘Cidade das Mangueiras’. ‘Eu entendo que aqui em Belem estão algumas das praças mais bonitas do Brasil. Além disso, praça é uma coisa muito singela, tem criança, casal de namorados em bicicleta, árvores, lagos, coisas que adoro desenhar.’’’A coluna mostra o belenense com suas peculiaridades e contradições, tendo a cidade e suas belezas como fundo. Nesses cinco anos, eu procurei mostrar personagens que quase nunca eram retratados, diz. Os desenhos podem ser conferidos no site www. belemtemdisso.com.br. e no blog www.sergiobastos.wordpress.com. Portanto, vale a pena conferir Belém desenhada na coluna ‘Belém tem disso’ na edição de O LIBERAL de amanhã.



Estive na escola municipal Rui da Silveira Brito para apresentar alguns episódios das séries Contos da Amazônia e Belém Tem Disso. Lá fui recebido pela professora Rosana Santos, que ministra a oficina Leitura e produção de texto: formação do cidadão, um projeto promovido pela Fundação Curro Velho. Nas fotos acima, momentos da palestra. Abaixo, a sessão de autógrafos e a professora Rosana com seus alunos.


