Posts de Setembro, 2008

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Visão e Vivo patrocinam camiseta do Círio

Setembro 27, 2008


O Magazine Visão, em parceria com a operadora de celular Vivo estarão lançando uma camiseta promocional do Círio de Nazaré com um desenho meu. A camiseta vem embalada em uma caixa de miriti e com uma medalhinha de Nossa Senhora de Nazaré.

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Autógrafos e animações

Setembro 27, 2008



Na terça, 23 de setembro, estive na escola Espaço Criativo Crescer para autografar o meu livro ABC do Belém Tem Disso e apresentar para as crianças as animações dos projetos Belém Tem Disso na TV e Contos da Amazônia, ambos exibidos na Tv Cultura do Pará, Canal 2.

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Entrevista no caderno Magazine

Setembro 16, 2008


O jornal O Liberal publicou nesta segunda, 15, uma entrevista minha com a equipe que produz o Belém tem Disso na TV e o Contos da Amazônia. A matéria foi feita pelo repórter Eduardo Rocha. Leiam a matéria na íntegra a seguir.

Uma Belém bem animada

Série ‘Belém tem Disso’, publicada em O LIBERAL,
agora ganha a tela da televisão

Eduardo Rocha
Da Redação


Trinta segundos de imagens, cores e criatividade podem representar muito para quem mora ou não conhece a cidade de Belém. Não por esse tempo exíguo, mas pela proposta de se realçar cenas do dia-a-dia dos paraenses, cenas que muitas vezes não são percebidas em seu valor estético, cultural e histórico até mesmo por quem as protagoniza ou presencia. Assim se afirmam as séries de animação ‘Belém tem disso’ e ‘Contos da Amazônia’, que o artista gráfico Sérgio Bastos e o corpo técnico da Produtora Nova colocam em cena na TV, apresentando em relevo locais, sabores, saberes e fazeres do povo paraense no cenário amazônico em escala universal.
A história das 22 animações inéditas sobre a temática belenense/amazônica em sequência de um ano, começa mesmo em papel: na confecção do material e, sobretudo, quando há quatro anos e meio, Sérgio Bastos começou a publicar em O LIBERAL a coluna dominical de ilustrações com o título de ‘Belém tem disso’. A coluna surgiu de uma campanha publicitária feita por ele para a TV Liberal abordando a cultura paraense, no final de 2003. Um ano depois do início da publicação, Sérgio e o roteirista Marcos Daibes criaram um protótipo de animação sobre a temas relacionados a Belém, mas o projeto não teve eco, na época, e ficou guardado pelos criadores.
Em 2007, no entanto, o mesmo projeto foi apresentado por Sérgio à presidente da Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa), Regina Lima, que topou a idéia de produzir e divulgar animações abordando o cotidiano belenense. Em novembro do mesmo ano, a TV Cultura do Pará exibiu em um intervalo a primeira animação da série ‘Belém tem disso’, em que um passarinho canta um pequeno trecho da ópera ‘O Guarani’, de Carlos Gomes, no teto do Theatro da Paz. Marcos Daibes fez o assobio da ave. Daí para frente, Sérgio Bastos e uma equipe de seis técnicos da Produtova Nova não pararam mais de ter trabalho. Aliás, muito trabalho.
Além de Sérgio e o roteirista e diretor Marcos Daibes, são atuantes no projeto o ilustrador e animador Paulo F. Marques, Adriano Moreira (o ‘Seninha’) e Fábio Pereira no áudio, o ilustrador Andrey Coelho, o diretor de Animação e editor Alexandre Coelho. Até agora, foram exibidos 20 animações de ‘Belém tem disso’, enfocando cenas como a venda de açaí, a pulsação diária do Ver-o-Peso, a queima de paradas de ônibus para idosos por parte de motoristas de ônibus, a venda de churrasquinho para torcedores de Remo e Paysandu em dia de RexPa, a vibração dos dançarinos e da música do brega nas aparelhagens de bairro, a singularidade dos carroceiros e carreteiros nos bairros, o encanto sutil do Theatro da Paz, a festa junina na cidade, as pessoas enfileiradas na sombra de um poste de rua aguardando pela chegada do ônibus e outros. Como se vê, a série também possui um tom crítico sobre o que acontece nos espaços da cidade, propondo a reflexão por parte dos belenenses.

Imagens

A turma envolvida no projeto entrega duas animações por mês para exibição na TV. São duas peças de 30 segundos cada, mas que tem história para filme. A agitação dos animadores tem por meta transformar o desenho estático de Sérgio Bastos em animação, e para isso, tudo começa com Marcos Daibes criando um roteiro para contar nesse tempo curto uma história em seqüência. ‘Às vezes, a história da animação começa com a cena da ilustração, mas, em geral, ela termina com a cena captada inicialmente pelo Sérgio’, conta Marcos. Depois do roteiro criado, vem o story board, ou seja, a transferência do roteiro para imagens, definição de ângulos para composição das cenas, sugestões de efeitos especiais, enfim, é um esboço da animação, como contam Alexandre e Paulo. Esse esboço é apresentado para Sérgio e Marcos. Aprovado o esboço, começa a confecção dos desenhos (quadro a quadro), para se ter os movimentos nas cenas. Andrey Coelho conta que foram necessárias duas semanas de trabalho intenso para se aprontar a animação do brega/aparelhagens, utilizando-se a técnica da rotoscopia (captação de movimentos) em um vídeo de um casal dançando esse ritmo característico do Pará.
Na sequência do trabalho, todo o material é escaneado e digitalizado visando as imagens finais. ‘As imagens são limpas, e aí se começa a pintar as imagens’, como relatam Paulo e Andrey. É trabalhada a tonalidade básica de cada cor e a sombra (volume e forma) de cada elemento das cenas, num processo que começa a ser idealizado desde a criação do desenho no papel por Sérgio Bastos. Antes da montagem final, a cargo de Alexandre Coelho, retira-se o fundo branco dos elementos das cenas. Na montagem, é definido o plano para cada cena, a seqüência de cenas, ou seja, o ritmo definitivo de todo o trabalho, com envolvimento direto de toda a equipe. Mas, para completar o ciclo da feitura da animação, entram em cena Seninha e Fábio Pereira, responsáveis pelo áudio. A partir de um banco de trilhas sonoras e de gravações externas de sons. Agora, a animação já pode ir ao ar.
Além das 20 peças já exibidas, Sérgio Bastos e animadores deram início a uma nova série, intitulada ‘Contos da Amazônia’, no mesmo formato da ‘Belém tem disso’, mas com o diferencial de mostrar habitantes, animais e personagens das lendas amazônicas defendendo o meio ambiente contra o desmatamento e a poluição. Já foram exibidos duas animações: a Iara enxotando um atirador de latinhas de refrigerante e cerveja nos rios da região e uma outra em que um lenhador se condói diante da destruição de um ninho de passarinhos. A linguagem das animações consegue atingir a jovens e adultos. Pelo que Belém e a Amazônia como um todo oferecem de temas para abordagem, os 30 segundos de animação propostos por Sérgio Bastos e animadores têm tudo para se prolongar pelo dia-a-dia dos paraenses.

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O Círio para pintar

Setembro 9, 2008


Já está nas livrarias da Visão, Somensi e da Fox Vídeo o meu novo livro infantil: Círio para Pintar. Nele a criançada vai conhecer melhor e colorir o Círio de Nazaré. Custa apenas seis reais.